
domingo, 13 de janeiro de 2008
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Carta de Princípios da A.N.(A.). Versão provisória corrigida.
1. A Acção Nacional ( Autónoma ) é uma federação informal de Grupos Autónomos Nacionalistas, independentes entre si e de hierarquias próprias, com uma visão comum do mundo, que assentam a sua organização e actividade na obediência a esta Carta de Princípios, em canais de comunicação permanentes e que devem lealdade a um Colectivo de três elementos, o qual emana do voto dos G.A. constituintes da A.N.( A.), escolhido por um período de três anos. A substituição de algum dos membros que possa ter de abandonar o Colectivo será proposta pelos membros restantes do Colectivo e ser sufragada pela maioria simples dos G.A. constituintes, à altura, da A.N.(A.)..2. A não obediência ao determinado na alínea 1, bem como a quebra dos princípios ideológicos fundamentais determinados nesta Carta, serão motivo de expulsão, sem recurso, de qualquer G.A. constituinte da A.N.(A.). pelo Colectivo do Movimento.
3. São princípios ideológicos centrais da A.N.(A.), da qual resultam todas as actividades a desenvolver, assentes na máxima " Mobilizar o descontentamento, pelos oprimidos contra os exploradores! ", e aos quais devem sempre reportar o trabalho teórico e a praxis do Movimento,
. A recusa, em qualquer caso, da Democracia, nos actuais moldes constitucionais, o que não exclui modelos de intervenção e participação que passem pela Acção Directa e pela Desobediência Civil.
. O Combate por todos os meios, mantendo os limites legais e os pressuspostos anteriores, ao Regime, a esta República, à Democracia Parlamentar burguesa.
. A A.N.(A.) reclama-se do Nacionalismo Identitário, Racialista, Socialista e Revolucionária, pelo que defende o conceito de luta de classes inserido na defesa do conceito de Raça e Solo.
. Se a espada abre caminho para o arado, a A.N.(A.) defende a diferença e as desigualdades naturais e biológicas do ser humano que em caso algum são iguais, muito menos por factores de sexo ou raça. Assim também a defesa da implementação da Pena de Morte.
. A recusa, em qualquer caso, da Democracia, nos actuais moldes constitucionais, o que não exclui modelos de intervenção e participação que passem pela Acção Directa e pela Desobediência Civil.
. O Combate por todos os meios, mantendo os limites legais e os pressuspostos anteriores, ao Regime, a esta República, à Democracia Parlamentar burguesa.
. A A.N.(A.) reclama-se do Nacionalismo Identitário, Racialista, Socialista e Revolucionária, pelo que defende o conceito de luta de classes inserido na defesa do conceito de Raça e Solo.
. Se a espada abre caminho para o arado, a A.N.(A.) defende a diferença e as desigualdades naturais e biológicas do ser humano que em caso algum são iguais, muito menos por factores de sexo ou raça. Assim também a defesa da implementação da Pena de Morte.
4. A A.N.(A.) defende de forma intransigente a aplicação de uma política racial, ou étnica, identitária, a qual será o pilar em que assentará o renascer dos Povos de uma Europa de Nações. O estrangeiro corrompe. A imigração é a arma do Capital. Quaisquer imigrantes ou os filhos destes, mesmo que nascidos em Portugal, em caso algum terão direito à nacionalidade pátria ou sequer a fazer parte do que podemos classificar de Comunidade Lusitana, na defesa do princípio de " jus sanguinis ". Lutaremos, como tal, por novas políticas de imigração e nacionalidade, por uma Nação etnicamente homogénea.
5. O combate contra o Capital nesta sociedade crescentemente hedonista, consumista e materialista assenta em novas dinâmicas e solidariedades comunitárias onde o marxismo, incluindo as suas correntes pós modernas ou pretensamente libertárias, e o capitalismo sem rosto, são a expressão política e ideológica do judaísmo sionista e, como tal, será um alvo prioritário da nossa luta. Nesta não esquecemos, porém, o surgimento de novos fenómenos que vão da invasão das sociedades europeias pela imigração árabe a par com o tráfico de capitais e da alta finança especulativa das ditaduras do mundo islâmico, bem como a emergência das potências asiáticas.
6. Defendemos um Estado intervencionista e protector nas áreas da Saúde, Ensino, Segurança Social e Trabalho que nacionalize, controle e erradique todos os rendimentos para lá dos salários e pensões, bem como os grandes sectores e monopólios económico-industriais.
7. A A.N.(A.) assume um carácter secular onde a herança e o património católicos na constituição da Identidade Nacional sejam respeitados, de facto.
8. Na defesa de um renascer Pátrio é nossa prioridade a defesa de políticas reais de apoio e defesa da Família tradicional e da Vida. Defendemos a revogação imediata da Lei sobre a interrupção da IGV, exceptuando casos de violação, mal formação ou risco de vida para a mãe. Incentivamos políticas e dinâmicas empenhadas na defesa do ambiente, promovendo uma agenda voltada para os temas ecológicos, interventiva, bem como a reflexão Ética colocada pela massificação das novas tecnologias e os novos desafios da Biologia, da Genética ou da Reprodução, entre outros.
9. Sendo por uma nova Europa em caso algum somos europeístas e atlantistas, defendendo a saída de Portugal de todo e qualquer órgão da Nato. Dizemos não a uma Europa com a Turquia ou a Albânia.
10. O recrutamento de Grupos Autónomos que se venham a criar será da competência do seu Colectivo, em moldes a determinar por aquele órgão. O regulamento interno da A.N.(A.) será da competência do Colectivo a quem será agora presente para discussão e aprovação a presente Carta. A A.N.(A.) nada tem ou terá a ver com outros grupos ou movimentos que se reclamam da Direita Portuguesa.
( Está terminado para já o objectivo deste blogue que só funcionará até à entrada em funcionamento do nosso site na net e servirá apenas para divulgação de documentos e comunicados do nosso Movimento ).
Nero, Beltenebros e Encoberto. Este texto está a ser trabalhado com base nas contribuições que recebemos e agradecemos aos Camaradas Condor e Tolkien.
Nero, Beltenebros e Encoberto. Este texto está a ser trabalhado com base nas contribuições que recebemos e agradecemos aos Camaradas Condor e Tolkien.
Porto, 4/1/07.
domingo, 30 de dezembro de 2007
Projecto de Carta de Princípios da A.N.(A.)..
Carta de Princípios.1. A Acção Nacional ( Autónoma ) é uma federação informal de Grupos Nacionalistas de Direita, independentes entre si e de hierarquias próprias, que assentam a sua organização e actividade na obediência a esta Carta de Princípios, em canais de comunicação permanentes e que devem lealdade a um Colectivo de três elementos, o qual emana do voto dos G.A. constituintes da A.N.( A.), escolhido por um período de três anos. A substituição de algum dos membros que possa ter de abandonar o Colectivo será proposta pelos membros restantes do Colectivo e ser sufragada pela maioria simples dos G.A. constituintes, à altura, da A.N.(A.)..
2. A não obediência ao determinado na alínea 1, bem como a quebra dos princípios ideológicos fundamentais determinados nesta Carta, serão motivo de expulsão, sem recurso, de qualquer G.A. constituinte da A.N.(A.). pelo Colectivo do Movimento.
3. São princípios ideológicos centrais da A.N.(A.), da qual resultam todas as actividades a desenvolver, assentes na máxima " Mobilizar o descontentamento, pelos oprimidos contra os exploradores, Acção Directa! ", e aos quais devem sempre reportar o trabalho teórico e a praxis do Movimento,
. A recusa, em qualquer caso, da Democracia.
. O Combate por todos os meios, violentos ou não, ao Regime, a esta República, à Democracia Parlamentar burguesa.
. A A.N.(A.) reclama-se do Nacionalismo Identitário, Racialista, Socialista e Revolucionária, pelo que defende o conceito de luta de classes inserido na defesa do conceito de Raça e Solo.
. Se a espada abre caminho para o arado, como lembrou Adolfo Hitler, a A.N.(A.) defende a diferença e as desigualdades naturais e biológicas do ser humano que em caso algum são iguais, muito menos por factores de sexo ou raça. Assim também a defesa da implementação da Pena de Morte.
4. A A.N.(A.) defende de forma intransigente a aplicação de uma política racial identitária, a qual será o pilar em que assentará o renascer dos Povos de uma Europa de Nações. O estrangeiro corrompe. A imigração é a arma do Capital. Os negros, mestiços ou quaisquer imigrantes ou os filhos destes, mesmo que nascidos em Portugal, em caso algum terão direito à nacionalidade pátria ou sequer a fazer parte do que podemos classificar de Comunidade Lusitana.
5. O combate contra o Capital nesta sociedade crescentemente hedonista, consumista e materialista assenta em novas dinâmicas e solidariedades comunitárias onde o marxismo, incluindo as suas correntes pós modernas ou pretensamente libertárias, e o capitalismo sem rosto, são a expressão política e ideológica do judaísmo sionista e, como tal, será um alvo prioritário da nossa luta. Nesta não esquecemos, porém, o surgimento de novos fenómenos que vão da invasão das sociedades europeias pela imigração árabe a par com o tráfico de capitais e da alta finança especulativa das ditaduras do mundo islâmico, bem como a emergência das potências asiáticas.
6. Defendemos um Estado intervencionista e protector nas áreas da Saúde, Ensino, Segurança Social e Trabalho que nacionalize, controle e erradique todos os rendimentos para lá dos salários e pensões, bem como os grandes sectores e monopólios económico-industriais.
7. A A.N.(A.) assume um carácter secular onde a herança e o património católicos na constituição da Identidade Nacional sejam respeitados, de facto.
8. Na defesa de um renascer Pátrio é nossa prioridade a defesa de políticas reais de apoio e defesa da Família e da Vida.
9. Sendo por uma nova Europa em caso algum somos europeístas e atlantistas, defendendo a saída de Portugal de todo e qualquer órgão da Nato.
10. O recrutamento de Grupos Autónomos que se venham a criar será da competência do seu Colectivo, em moldes a determinar por aquele órgão. O regulamento interno da A.N.(A.) será da competência do Colectivo a quem será agora presente para discussão e aprovação a presente Carta. A A.N.(A.) nada tem ou terá a ver com outros grupos ou movimentos que se reclamam da Direita Portuguesa.
Porto, 30 de Dezembro, 2007.
Condor, Encoberto, Beltenebros e Nero.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Encontro. Hoje.
Discussão do projecto final da Carta de Princípios da A.N.(A.) a ser apresentado pelo Camarada Condor aos Grupos Autónomos existentes. A ser aprovado, será presente para resolução final ao Colectivo do Movimento. No Queijo.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Esqueçam os lobbies e apontem este atentamente.
Registado pelos Serviços Secretos europeus como muito perigoso.http://www.allaahuakbar.net/tableegi_jamaat/index.htm .
Por cá escondem-se nos ditos Serviços, na alta finança, nos órgãos de comunicação social, nas telecomunicações ou no ensino.
Uma história francamente muito obscura a ser contada.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Clarificações.
É preciso regressar à noção do actor central no processo histórico, sabendo-se que o operariado o deixou de ser. Por diferentes razões, que vão da fragmentação do mundo de Trabalho a novas necessidades impostas pela globalização que nada nem ninguêm controla ou cujos rostos conhece.Onde as Instituições Sociais, a Família, a Escola, a Cidade, agonizam. Onde já não se justifica a luta de classes no sentido clássico e ortodoxo do termo, mas a resistência do indivíduo/sujeito. Onde se pense de outro modo, fugindo aos ditames confusos de um marxismo determinista, objectivo e pretensamente tecnológico, formatado em novas modas e tiques linguísticos. Onde, importante, se viva de outro modo. Onde a morte objectiva do Estado, imposta pela Globalização e pelo Capital, como o conhecemos e entendemos, não conduza à estupidificação dos mundos privados, como vemos na internet ou nas teias das novas tecnologias, mas ao renascer de novas formas de comunitarismo interventivo no espaço da Nação.
Uma Nação expurgada de bacilos degenerados e degenerativos. A Nação enquanto Comunidade do Povo que questiona o conformismo social e defende claramente a confrontação. Onde o bem comum venha primeiro que o bem de cada um. Uma Nação " Povo e Pátria " emanada directamente do princípio do Sangue e do Solo.
Bom Natal Camaradas.
A quem tiver tempo peço um olhar ao post debaixo. A quem possa interessar está lá quem sou.
Para que fique claro: o meu nome é Saavedra.
Eu não pertenço ao Suck, embora conheça membros do Suck.
O meu blogue foi criado por motivos particulares, que desconheço, para defender alguêm na net, pela Sónia Ribeiro. Posteriormente passou para o Bernardo de quem o recebi já faz uns meses. Tudo o resto é ruído.
O PR tornou-se-me uma referência quando o ouvi na Faculdade numas lições sobre Ética, a tentar compor o orçamento. Conheci-o melhor depois. Não vou aqui falar da vida privada de ninguêm. Sei no entanto com quem lido e que me merece imenso respeito. Sei o que tem passado de cabeça levantada nos últimos dois anos. A quantidade de patifarias que sofreu. As causas. Os nomes que muitos de nós têm bem anotados na memória e que estiveram na origem das maiores canalhices que conheci.
Não esqueço, não esqueçemos. E ele tem mesmo Amigos.
Os problemas de saúde. Coisas que aqui pouco interessam.
Sei, depois do que vi e ouvi, para que servem Tribunais, Ministério Público ou Polícias.
O nosso Combate é outro. Não misturem. Eu sou eu e não adianta tentarem confundir as coisas. Mesmo quando, como li ontem, com as caixas de anónimos à solta qualquer esquizofrénico ou doente resolve na cobardia da caixa de comentários os problemas mentais de que sofre.
O meu blogue foi criado por motivos particulares, que desconheço, para defender alguêm na net, pela Sónia Ribeiro. Posteriormente passou para o Bernardo de quem o recebi já faz uns meses. Tudo o resto é ruído.
O PR tornou-se-me uma referência quando o ouvi na Faculdade numas lições sobre Ética, a tentar compor o orçamento. Conheci-o melhor depois. Não vou aqui falar da vida privada de ninguêm. Sei no entanto com quem lido e que me merece imenso respeito. Sei o que tem passado de cabeça levantada nos últimos dois anos. A quantidade de patifarias que sofreu. As causas. Os nomes que muitos de nós têm bem anotados na memória e que estiveram na origem das maiores canalhices que conheci.
Não esqueço, não esqueçemos. E ele tem mesmo Amigos.
Os problemas de saúde. Coisas que aqui pouco interessam.
Sei, depois do que vi e ouvi, para que servem Tribunais, Ministério Público ou Polícias.
O nosso Combate é outro. Não misturem. Eu sou eu e não adianta tentarem confundir as coisas. Mesmo quando, como li ontem, com as caixas de anónimos à solta qualquer esquizofrénico ou doente resolve na cobardia da caixa de comentários os problemas mentais de que sofre.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Ousar Lutar, ousar fazer.
Realizou-se com a presença de representantes dos Grupos Autónomos fundadores da A.N.(A.) mais uma reunião de trabalho. A destacar no modelo organizativo adoptado a criação do Colectivo Dirigente de três membros que na pessoa do Camarada Condor aceitou ser aquele o Órgão que irá elaborar a versão final da Carta de Princípios. Deste modo a A.N.(A.) será um Movimento de Grupos Autónomos, independentes entre si, de hierarquias próprias, assente em canais de comunicação que coordenarão as diversas actividades do mesmo. Todos os Grupos deverão apenas obediência ideológica quer à Carta de Princípios quer aos enunciados emanados pelo Colectivo escolhido por unanimidade. Foram ainda debatidos e estabelecidos critérios ideológicos comuns e essenciais à elaboração da versão final da Carta de Princípios.Pela parte do Grupo Autónomo que represento, bem como do Grupo Autónomo dos Camaradas Beltenebros e Encoberto pode a A.N.(A.) contar com todo o apoio, lealdade e participação.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
sábado, 15 de dezembro de 2007
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

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